Quando a Cultura sabota o Futuro: Liderança Analógica em Era de IA
08 de Junho de 2026 ( Segunda-feira ) | 15h15 às 16h00Em 2026, a IA deixa de ser experimento e passa a operar como parte estrutural das organizações, moldando fluxos de trabalho e critérios de performance. O problema é que a tecnologia avançou mais rápido do que a Cultura. Esta abordagem parte de um paradoxo real: empresas tentando operar inteligência de última geração dentro de culturas fracas, ainda presas a controle, aversão ao erro e decisões centralizadas. O resultado não é aceleração, mas resistência silenciosa, baixo aproveitamento da IA e conflitos invisíveis sobre responsabilidade e performance. A partir de situações concretas vividas por organizações em adoção de IA, serão analisados comportamentos de lideranças analógicas que sabotam essa evolução e, em contraste, práticas culturais que criam condições reais para integrar tecnologia e pessoas. Ao final, será apresentado um framework para identificação de gargalos culturais e desenvolvimento de lideranças, permitindo que RH e T&D acelerem essa transição.
Ao final da sessão, o participante será capaz de: -Analisar os sinais do período pós-hype da IA e os impactos da adoção em escala nas organizações. -Analisar o cenário organizacional de 2026 e os impactos reais da cultura organizacional sobre o sucesso (ou não) da adoção da IA. -Identificar comportamentos de lideranças analógicas que limitam a adoção e o aproveitamento da IA nas organizações. -Diferenciar práticas culturais que bloqueiam a evolução daquelas que criam condições para integração entre tecnologia e pessoas. -Diagnosticar gargalos culturais que sabotam iniciativas de IA em seus contextos organizacionais. -Aplicar um framework prático para orientar o desenvolvimento de lideranças e acelerar a transição para modelos de trabalho híbridos, nos quais humanos e sistemas inteligentes passam a decidir juntos.
A proposta é aplicável ao profissional de T&D porque desloca seu papel de executor de programas para agente de mudança cultural em um contexto de adoção real da IA. Na sessão, o profissional de T&D amplia sua leitura sobre o cenário pós-hype da IA, ganha repertório e passa a identificar com mais clareza comportamentos de liderança e práticas culturais que sabotam ou viabilizam a evolução da organização. Isso uma atuação mais estratégica, conectando desenvolvimento com geração de valor para o negócio em um cenário de adoção massiva de IA. O framework oferece um caminho prático para que T&D: -Diagnostique gargalos culturais ligados à adoção da IA; -Priorize intervenções de desenvolvimento com maior impacto; -Apoie líderes na transição para modelos de trabalho híbridos, nos quais humanos e sistemas inteligentes passam a decidir juntos. Na prática, a sessão entrega critérios, linguagem e ferramentas para que T&D atue com protagonismo em um dos temas mais críticos do futuro do trabalho.